Melhores Serras Meia Esquadria Telescópicas Em 2026

Selecionamos as melhores serras meia esquadria telescópicas custo-benefício, para você não errar na escolha.

As melhores serras meia esquadria telescópicas combinam precisão de corte, potência, capacidade de corte, ajuste de ângulo e sistema telescópico eficiente. Para escolher bem, eu considero principalmente o diâmetro do disco, potência do motor, capacidade em cortes de 45 graus, estabilidade, laser ou guia de corte e qualidade da mesa.

Uma boa serra meia esquadria telescópica pode mudar completamente a produtividade de quem trabalha com madeira, MDF, compensado, rodapés, guarnições e outros materiais compatíveis com o disco utilizado.

O sistema telescópico é especialmente útil porque permite deslocar o conjunto do disco para frente e para trás. Na prática, isso aumenta a capacidade de corte transversal e permite trabalhar com peças mais largas do que seria possível em uma serra de esquadria convencional de dimensões semelhantes.

Mas escolher uma máquina apenas pela potência ou pelo maior diâmetro do disco é um erro comum. Para obter cortes realmente precisos, é necessário observar vários detalhes, como capacidade de corte, rigidez da estrutura, regulagem dos ângulos, sistema de batentes, mesa, braço telescópico, guia de corte, segurança e facilidade de ajuste.

Neste guia, vou analisar os principais critérios usados na escolha das melhores serras meia esquadria telescópicas e apresentar as características que diferenciam uma ferramenta básica de uma máquina mais preparada para uso profissional.

O que é uma serra meia esquadria telescópica?

A serra meia esquadria telescópica é uma ferramenta elétrica projetada principalmente para realizar cortes transversais e cortes angulares em peças de madeira e materiais compatíveis com o disco instalado.

Ela combina três características importantes.

  • Serra circular montada em um braço articulado.
  • Mesa que permite regular o ângulo horizontal.
  • Sistema telescópico que movimenta o conjunto do disco para aumentar a capacidade de corte.

Esse conjunto permite executar cortes retos, cortes em meia esquadria e cortes inclinados, dependendo da capacidade de regulagem do equipamento.

É uma ferramenta muito utilizada por marceneiros, carpinteiros, instaladores, profissionais de acabamento, montadores de móveis e pessoas que fazem trabalhos de construção e reforma.

Por que escolher uma serra telescópica?

A principal vantagem está na capacidade de cortar peças mais largas.

Imagine, por exemplo, que você precise cortar uma peça de madeira com determinada largura. Em uma serra de esquadria sem sistema telescópico, a capacidade pode ser limitada pela distância entre o disco e a estrutura traseira da máquina.

Com o sistema telescópico, o disco pode avançar sobre a peça.

Isso aumenta a área útil de corte sem exigir uma máquina muito maior.

Para quem trabalha com peças largas, essa diferença pode representar um ganho significativo de produtividade.

Melhores serras meia esquadria telescópicas: o que realmente importa?

Não existe uma única máquina que seja perfeita para todos os usuários.

Uma ferramenta excelente para um marceneiro pode ser desnecessária para quem realiza pequenos reparos domésticos.

Da mesma forma, uma serra compacta pode não ser suficiente para uma oficina que trabalha diariamente com madeira maciça e peças largas.

Na minha avaliação técnica de uma serra dessa categoria, eu consideraria os seguintes pontos:

  • Potência do motor.
  • Diâmetro do disco.
  • Capacidade de corte.
  • Capacidade telescópica.
  • Regulagem de esquadria.
  • Inclinação do cabeçote.
  • Qualidade da mesa.
  • Rigidez do braço.
  • Precisão dos batentes.
  • Qualidade da guia de corte.
  • Sistema de coleta de pó.
  • Facilidade de transporte.
  • Recursos de segurança.
  • Disponibilidade de discos e peças.
  • Garantia e assistência.

Comparativo das principais categorias

Como os modelos podem mudar de especificação conforme a versão, o mais seguro é comparar as características do modelo exato antes da compra. Para facilitar a análise, eu separaria as opções por perfil de utilização:

  • Serras telescópicas compactas: indicadas para pequenos trabalhos, instalação e uso eventual.
  • Serras de 8 polegadas: boa opção para quem busca equilíbrio entre tamanho e capacidade.
  • Serras de 10 polegadas: indicadas para peças maiores e trabalhos mais exigentes.
  • Serras de 12 polegadas: voltadas para maior capacidade de corte e uso profissional.
  • Modelos profissionais: priorizam precisão, robustez, capacidade e durabilidade.

Entre as marcas que costumam aparecer nesse segmento estão DeWalt, Bosch, Makita, Vonder, Stanley e outras fabricantes de ferramentas elétricas.

DeWalt: foco em robustez e produtividade

A DeWalt possui serras de esquadria direcionadas principalmente para usuários que precisam de uma ferramenta robusta e preparada para uso frequente.

Os modelos telescópicos da categoria costumam priorizar capacidade de corte, construção resistente e recursos voltados à precisão.

Para uma oficina profissional, eu analisaria especialmente a rigidez do conjunto telescópico e a facilidade para realizar ajustes repetitivos.

Isso é importante porque uma serra pode ter excelente potência, mas perder parte de sua vantagem se exigir ajustes constantes para manter o corte correto.

Em trabalhos de acabamento, alguns milímetros podem fazer diferença.

Bosch: precisão e recursos de operação

A Bosch também possui modelos de serras de esquadria e soluções voltadas para diferentes níveis de utilização.

Um dos pontos que merece atenção nessa categoria é o conjunto de recursos destinado a facilitar o posicionamento da peça e a visualização da linha de corte.

Para quem trabalha com rodapés, guarnições e molduras, a facilidade de repetir o mesmo ângulo é muito importante.

Eu também verificaria a capacidade de corte antes da compra, porque duas serras com o mesmo diâmetro de disco podem apresentar capacidades diferentes.

Makita: alternativa para quem prioriza precisão

A Makita é outra fabricante tradicional no segmento de ferramentas elétricas profissionais.

Em uma serra meia esquadria, características como suavidade do movimento, qualidade do mecanismo de inclinação e estabilidade da mesa são especialmente importantes.

Para trabalhos de marcenaria, a precisão do conjunto pode ser tão relevante quanto a potência.

Uma máquina muito potente não compensa um sistema de ajuste que apresente folgas ou dificuldade para manter o ângulo configurado.

Vonder: opções para diferentes níveis de uso

A Vonder apresenta diferentes ferramentas destinadas ao mercado brasileiro, incluindo serras de esquadria em diferentes configurações.

Para quem procura uma ferramenta para reformas, instalação ou trabalhos ocasionais, pode ser interessante comparar os modelos da marca com outras opções da mesma faixa de capacidade.

Eu observaria principalmente a potência, o diâmetro do disco, a capacidade de corte e os recursos de regulagem.

Também vale conferir o conteúdo do kit, pois alguns conjuntos podem incluir acessórios que mudam o custo final da compra.

Stanley: praticidade para trabalhos diversos

A Stanley também possui presença importante no mercado de ferramentas elétricas.

Para quem precisa de uma serra para reformas, instalações e trabalhos de madeira, os modelos da categoria podem ser considerados conforme a capacidade e o orçamento.

Mais uma vez, eu não escolheria simplesmente pelo nome da marca.

A especificação do modelo exato deve ser o principal ponto de comparação.

Potência: quantos watts são necessários?

A potência do motor é um dos números mais divulgados nas embalagens, mas não deve ser analisada isoladamente.

Uma máquina de maior potência pode apresentar melhor desempenho em determinadas condições, especialmente quando utilizada com peças mais resistentes ou durante trabalhos frequentes.

Porém, potência não significa automaticamente maior precisão.

Para uma compra equilibrada, eu analisaria potência junto com capacidade de corte, velocidade, diâmetro do disco, construção e finalidade de uso.

Para pequenos trabalhos, uma máquina de potência moderada pode atender perfeitamente.

Para uma oficina profissional, uma máquina mais robusta pode proporcionar maior margem de trabalho.

Qual o melhor tamanho de disco?

Os diâmetros mais comuns encontrados nessa categoria incluem discos de 8, 10 e 12 polegadas, embora existam outras configurações.

Quanto maior o disco, maior pode ser a capacidade de corte, mas isso depende do projeto completo da máquina.

Uma serra de 10 polegadas não necessariamente terá a mesma capacidade de corte de outra serra de 10 polegadas.

O sistema telescópico, a posição do eixo, o formato da mesa e a estrutura do equipamento também interferem.

Serra de 8 polegadas vale a pena?

Uma serra de 8 polegadas pode ser interessante para quem procura uma ferramenta relativamente compacta.

Ela pode atender bem trabalhos com peças menores, instalação de acabamentos e diversas tarefas de marcenaria.

A principal vantagem costuma estar no equilíbrio entre tamanho, peso e capacidade.

Para quem precisa transportar a ferramenta com frequência, isso pode ser bastante relevante.

O ponto de atenção é a capacidade de corte. Antes da compra, eu verificaria a largura e altura máximas permitidas pelo fabricante.

Serra de 10 polegadas é melhor?

Uma serra de 10 polegadas pode oferecer maior capacidade e atender uma faixa mais ampla de aplicações.

Para quem trabalha com móveis, peças de madeira mais largas e trabalhos de acabamento, essa categoria pode ser bastante versátil.

Por outro lado, ela tende a ser maior e mais pesada do que modelos compactos.

Se a máquina ficará permanentemente em uma bancada, isso pode não ser um problema.

Se será transportada diariamente, peso e dimensões passam a ter maior importância.

Quando escolher uma serra de 12 polegadas?

Uma serra meia esquadria de 12 polegadas faz mais sentido quando a capacidade de corte é uma prioridade.

Ela pode atender peças maiores e trabalhos profissionais que exigem maior margem de operação.

Entretanto, é uma máquina que ocupa mais espaço.

Também pode exigir uma bancada mais robusta e um ambiente adequado para operação.

Para quem trabalha apenas com peças pequenas, investir em uma serra desse porte pode não trazer benefício proporcional ao custo.

O que é o sistema telescópico?

O mecanismo telescópico permite que o conjunto do cabeçote avance e recue sobre trilhos ou barras de orientação.

Esse movimento aumenta a capacidade de corte transversal.

É uma das características mais importantes quando falamos em serras meia esquadria telescópicas.

Um bom sistema telescópico deve apresentar movimento firme e previsível.

Folgas excessivas podem prejudicar a precisão.

Por isso, durante a escolha, eu considero a qualidade do conjunto tão importante quanto a capacidade anunciada.

Como funciona o corte em meia esquadria?

O corte em meia esquadria é realizado quando a mesa da serra é girada para determinado ângulo.

O exemplo mais conhecido é o corte de 45 graus.

Quando duas peças são cortadas corretamente em ângulos complementares, elas podem formar um encontro muito preciso.

Essa técnica é comum em molduras, rodapés, guarnições e diversos trabalhos de acabamento.

Por isso, uma mesa com regulagem precisa é essencial.

O que é corte inclinado?

O corte inclinado acontece quando o cabeçote da serra é inclinado lateralmente.

Dependendo do equipamento, é possível inclinar para um ou ambos os lados.

Esse recurso amplia bastante as possibilidades de trabalho.

Para quem trabalha com acabamento, eu considero interessante ter acesso a ajustes claros e fáceis de repetir.

Serra de esquadria com laser vale a pena?

O laser pode ajudar a visualizar a região aproximada em que o disco realizará o corte.

Ele é útil principalmente para posicionar rapidamente a peça.

Entretanto, eu não escolheria uma máquina apenas porque possui laser.

O sistema pode ajudar na operação, mas a precisão final depende também do alinhamento da máquina, do disco, da mesa, do batente e da forma como a peça é posicionada.

Em determinadas ferramentas, existem outros sistemas de indicação da linha de corte que também podem ser bastante úteis.

Guia de corte é importante?

Sim.

Uma boa indicação da linha de corte facilita o posicionamento da peça e ajuda a aumentar a produtividade.

Para trabalhos repetitivos, esse recurso pode economizar tempo.

Porém, sempre devemos conferir o alinhamento real da ferramenta.

Uma indicação visual não corrige uma máquina desalinhada.

Como avaliar a precisão de uma serra meia esquadria?

Uma avaliação prática deve observar vários pontos.

  • Alinhamento do disco.
  • Esquadro da mesa.
  • Precisão dos batentes.
  • Folga do braço.
  • Movimento do sistema telescópico.
  • Precisão da regulagem angular.
  • Facilidade de travamento.
  • Consistência entre cortes repetidos.

Eu também faria alguns cortes de teste em uma peça de material compatível antes de iniciar um trabalho definitivo.

Isso permite conferir o ajuste da máquina e evitar desperdício de material.

Como manter uma serra telescópica precisa?

A manutenção começa pela limpeza.

O acúmulo de serragem pode interferir em mecanismos, guias e sistemas de regulagem.

Também é importante verificar periodicamente parafusos, batentes, fixações e condições do disco.

O disco deve estar adequado ao material e em boas condições.

Um disco danificado ou inadequado pode prejudicar tanto o acabamento quanto a segurança.

Qual disco usar na serra meia esquadria?

O disco deve ser escolhido de acordo com o material e o acabamento desejado.

Para madeira, existem discos com diferentes quantidades e formatos de dentes.

Discos com mais dentes tendem a favorecer determinados cortes de acabamento, enquanto configurações com menos dentes podem priorizar velocidade em algumas aplicações.

O diâmetro e o furo central também precisam ser compatíveis com a máquina.

Nunca devemos instalar um disco apenas porque ele possui o mesmo aspecto visual.

Quantos dentes deve ter o disco?

Não existe uma quantidade ideal para todos os trabalhos.

Para cortes rápidos em determinadas peças, uma configuração pode ser adequada.

Para acabamento mais fino, outra configuração pode produzir resultado melhor.

Eu escolheria o disco de acordo com o material, espessura e acabamento desejado.

Também seguiria as recomendações do fabricante da serra e do disco.

Como reduzir lascas no corte?

As lascas podem estar relacionadas ao tipo de disco, quantidade de dentes, sentido do corte, material e condição da lâmina.

Algumas estratégias podem ajudar:

  • Utilizar disco apropriado para o material.
  • Manter os dentes em boas condições.
  • Fixar corretamente a peça.
  • Evitar forçar o avanço.
  • Usar velocidade de trabalho adequada.
  • Realizar ajustes corretos antes do corte.

Em materiais revestidos, como alguns tipos de MDF e painéis, a escolha do disco pode ter impacto ainda maior no acabamento.

Coletor de pó é importante?

Sim.

O corte de madeira produz grande quantidade de serragem e partículas.

Um sistema de coleta eficiente ajuda a manter o ambiente mais limpo e pode melhorar a visibilidade da região de corte.

Porém, nenhuma saída de pó elimina completamente a necessidade de limpeza.

Também é importante utilizar proteção respiratória apropriada quando a atividade gerar partículas em suspensão.

Serra telescópica é boa para MDF?

Pode ser excelente para cortes de MDF quando utilizada com disco apropriado.

O MDF pode produzir bastante pó e exigir uma lâmina adequada para obter bom acabamento.

Em peças revestidas, o cuidado deve ser ainda maior para reduzir lascas na superfície.

Eu sempre faria um teste em uma sobra do mesmo material antes de iniciar uma peça definitiva.

Serra meia esquadria serve para rodapé?

Sim.

Essa é uma das aplicações mais comuns desse tipo de ferramenta.

A possibilidade de regular ângulos facilita cortes para cantos internos e externos.

O sistema telescópico pode ser útil quando o rodapé possui largura maior.

Para instalação de acabamentos, precisão é mais importante do que simplesmente potência.

Serra meia esquadria serve para cortar alumínio?

Algumas máquinas podem ser utilizadas com discos especificamente desenvolvidos para alumínio, mas isso depende expressamente da serra e do disco.

Não devemos assumir que uma serra destinada principalmente à madeira pode cortar qualquer metal simplesmente pela troca da lâmina.

Antes de utilizar a ferramenta dessa maneira, eu verificaria as orientações do fabricante e as características do disco.

Segurança ao utilizar uma serra meia esquadria

Essa é uma ferramenta de corte de alta velocidade e deve ser tratada com cuidado.

  • Leia o manual antes da primeira utilização.
  • Use proteção ocular adequada.
  • Utilize proteção auditiva quando necessário.
  • Mantenha as mãos afastadas do disco.
  • Prenda corretamente a peça.
  • Não remova proteções da máquina.
  • Desligue a ferramenta antes de trocar o disco.
  • Espere o disco parar completamente antes de levantar o cabeçote.
  • Mantenha crianças e pessoas não envolvidas afastadas da área.
  • Não utilize discos incompatíveis.

Também é importante manter a área de trabalho organizada.

Cabos espalhados, pedaços de madeira e excesso de serragem podem aumentar o risco de acidentes.

Quais erros evitar na compra?

  • Comprar apenas pela potência.
  • Ignorar a capacidade de corte.
  • Não verificar o tamanho do disco.
  • Desconsiderar o espaço disponível na oficina.
  • Não avaliar o sistema telescópico.
  • Escolher uma máquina pesada quando a portabilidade é importante.
  • Não verificar a inclinação do cabeçote.
  • Ignorar a qualidade dos batentes.
  • Não considerar disponibilidade de discos.
  • Comprar sem verificar assistência e garantia.

Qual serra meia esquadria é melhor para marcenaria?

Para marcenaria, eu priorizaria precisão, estabilidade e qualidade dos ajustes.

A potência continua sendo importante, mas não deve ser o único critério.

Uma máquina que mantém o ângulo com precisão e permite cortes repetidos pode ser muito mais produtiva do que outra mais potente, mas difícil de regular.

Para trabalhos de acabamento, também vale investir em discos adequados para produzir cortes limpos.

Qual serra é melhor para carpintaria?

Na carpintaria, a capacidade de corte pode ganhar ainda mais importância.

Peças maiores podem exigir um disco maior e um sistema telescópico com boa amplitude.

Para uso frequente, eu também avaliaria resistência estrutural, capacidade do motor e facilidade de manutenção.

Qual serra escolher para uso profissional?

Para uso profissional, eu procuraria uma máquina que ofereça uma combinação equilibrada entre capacidade, precisão, robustez e facilidade de ajuste.

O sistema telescópico precisa ser firme.

A mesa deve permanecer estável.

Os batentes devem permitir repetição dos cortes.

O motor precisa suportar a rotina prevista dentro das condições estabelecidas pelo fabricante.

Também vale considerar o custo dos discos e das peças de reposição ao longo do tempo.

Qual serra escolher para uso doméstico?

Para uso doméstico, uma serra compacta pode ser suficiente.

Se a ferramenta será usada apenas algumas vezes por ano para reformas e projetos pessoais, não há necessidade de buscar necessariamente o modelo de maior capacidade.

Eu priorizaria facilidade de utilização, segurança, tamanho, peso e capacidade suficiente para os materiais que serão cortados.

Serra telescópica pesada é melhor?

Nem sempre.

Uma estrutura pesada pode proporcionar boa estabilidade, mas também dificulta o transporte.

Se a máquina ficará em uma bancada fixa, o peso pode ser menos relevante.

Se será levada diariamente para obras, um equipamento mais leve pode ser muito mais conveniente.

A melhor escolha depende da rotina de trabalho.

Como escolher entre uma serra barata e uma profissional?

Eu começaria definindo quantas vezes a ferramenta será utilizada.

Para uso eventual, uma máquina de entrada pode atender.

Para uso diário, a durabilidade e a precisão passam a ter um peso maior na decisão.

Também devemos considerar o custo total.

Uma ferramenta mais barata pode parecer vantajosa no início, mas se exigir substituição precoce ou apresentar limitações para o trabalho, o custo final pode ser maior.

O que verificar antes de comprar pela internet?

  • Modelo exato.
  • Diâmetro do disco.
  • Potência.
  • Capacidade máxima de corte.
  • Ângulos disponíveis.
  • Inclinação do cabeçote.
  • Peso.
  • Tensão elétrica.
  • Itens incluídos.
  • Garantia.
  • Assistência técnica.
  • Compatibilidade dos discos.

Eu também verificaria se as fotografias correspondem exatamente ao modelo anunciado.

Em ferramentas elétricas, pequenas diferenças entre versões podem representar mudanças importantes na capacidade de corte e nos recursos disponíveis.

Como avaliar o custo-benefício?

Custo-benefício não significa simplesmente encontrar o menor preço.

Eu compararia o que cada máquina entrega pelo valor cobrado.

Uma serra com maior capacidade, melhor estrutura e mais recursos pode justificar um investimento superior para um profissional.

Já para um usuário ocasional, uma máquina mais simples pode representar uma compra mais racional.

A pergunta correta é: quanto da capacidade da ferramenta realmente será utilizada?

Minha metodologia para avaliar uma serra meia esquadria

Para fazer uma avaliação prática responsável, eu dividiria a análise em cinco etapas.

Primeira etapa: construção

Observo a rigidez da mesa, braço, base, batentes e mecanismo telescópico.

Segunda etapa: ajustes

Verifico se os ângulos podem ser configurados e travados com facilidade.

Terceira etapa: capacidade

Comparo a largura e altura máximas de corte em diferentes posições.

Quarta etapa: operação

Avalio facilidade de posicionamento, visibilidade da linha de corte e ergonomia.

Quinta etapa: manutenção

Considero acesso ao disco, limpeza, disponibilidade de peças e facilidade de encontrar consumíveis.

Essa metodologia é mais útil do que simplesmente observar a potência escrita na caixa.

Vale a pena comprar uma serra meia esquadria telescópica?

Para quem trabalha frequentemente com cortes transversais e angulares, sim, o sistema telescópico pode trazer uma vantagem significativa.

A ferramenta permite realizar cortes precisos com repetição e oferece uma capacidade de trabalho superior à de muitas serras convencionais.

Para quem trabalha com rodapés, guarnições, molduras, móveis, madeira maciça e painéis, a produtividade pode aumentar bastante.

Para uso muito ocasional, entretanto, pode ser interessante avaliar se uma serra mais simples já atende à necessidade.

Conclusão: como escolher a melhor serra meia esquadria telescópica

As melhores serras meia esquadria telescópicas não são necessariamente as mais potentes, maiores ou caras.

A melhor escolha é aquela que apresenta capacidade adequada para o material, precisão suficiente para o trabalho, estrutura compatível com a frequência de uso e recursos que realmente serão aproveitados.

Para pequenos projetos, uma máquina compacta pode ser suficiente.

Para marcenaria e carpintaria, modelos de 8 ou 10 polegadas podem oferecer um equilíbrio interessante entre capacidade e tamanho.

Para aplicações profissionais que exigem cortes maiores, modelos de 12 polegadas podem fazer mais sentido.

Também considero essencial avaliar o sistema telescópico, a mesa, os batentes, a inclinação, o diâmetro do disco, a potência e a facilidade de manutenção.

Na prática, precisão e estabilidade são características que merecem tanta atenção quanto a potência.

Antes de finalizar a compra, confira sempre a ficha técnica do modelo específico. Fabricantes podem oferecer diferentes versões visualmente semelhantes, mas com capacidades e recursos diferentes.

Se você está pesquisando máquinas para marcenaria, carpintaria, construção, reforma ou oficina, confira todos os artigos do iMáquinas e encontre outros guias para ajudar na escolha das ferramentas certas para cada trabalho.

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FAQ – Perguntas Frequentes Sobre Serras Meia Esquadria Telescópicas

Qual a melhor serra meia esquadria telescópica?

A melhor depende da aplicação. Para uso profissional, é importante priorizar precisão, capacidade de corte, robustez, qualidade do sistema telescópico e facilidade de ajuste. Para uso doméstico, uma máquina mais compacta pode oferecer melhor equilíbrio entre preço, tamanho e capacidade.

Qual a diferença entre serra meia esquadria e serra telescópica?

A serra meia esquadria permite realizar cortes transversais e angulares. O modelo telescópico possui um mecanismo adicional que permite deslocar o cabeçote para frente e para trás, aumentando a capacidade de corte em peças mais largas.

Qual tamanho de serra meia esquadria é melhor?

Depende do tamanho das peças. Modelos menores são mais compactos e fáceis de transportar. Equipamentos de 10 polegadas oferecem uma combinação interessante de capacidade e versatilidade. Modelos de 12 polegadas podem ser mais adequados para peças grandes e trabalhos profissionais.

Serra meia esquadria telescópica corta MDF?

Sim, desde que o equipamento e o disco sejam adequados ao MDF. Para obter bom acabamento, é importante utilizar uma lâmina apropriada e realizar o corte corretamente. Em MDF revestido, a escolha do disco tem papel importante na redução de lascas.

Serra meia esquadria telescópica vale a pena?

Para quem trabalha com madeira, MDF, rodapés, guarnições, molduras e outras peças que exigem cortes angulares, o modelo telescópico pode valer muito a pena. O principal benefício é a maior capacidade de corte proporcionada pelo deslocamento do cabeçote.

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